7 de dez de 2011

Momento "sou assim" de ser

Falem o que quiser – e eu já estou acostumada a ouvir críticas quando faço um elogio a nossa amiga Globo. Mas tudo bem, todos aqueles que falam horrores dela é porque um dia quiseram ser a Fátima Bernardes ou o Willian Bonner e falar um “Boa Noite” em alto e bom som.

Bafafás a parte, vamos ao que interessa. Abre aspas: “ao que me interessa” - diga-se de passagem este blog é meu, e quem não está a vontade, adiós!

Assistindo a série da Globo - A Mulher Invisível – tive a incrível idéia de inventar um namorado invisível com o jeitinho do Selton Melo, o carisma do Wagner Moura, os olhos do Johnny Depp e a voz do Jack Johnson.

É claro que uma mistura dessas no potoshop não daria certo, mas na minha cabeça, ela é perfeita. Fico até imaginando acordar na praia, ouvindo Upside Down, olhando para os olhos do pirata e beijando a boca do capitão Nascimento. Me chama de louca!!!

Sério, não é normal isso.

Aí o especialista em comunicação vai me dizer que as novelas e toda a porcaria da mídia fizeram isso com a minha cabeça. E eu vou responder a ele: Mil vezes assistir a uma novela água com açúcar as 6 horas da tarde do que ler Augusto Cury e suas lições de auto ajuda. (Deixa eu ser feliz, vai?!)

Acho que por conviver com muitos adultos, minha cabeça ficou centrada na triste realidade. Se uma criança pode inventar o Homem Casa e o Homem Maçã, porque eu não posso inventar o Homem-Namorado?

O fato de não ter nove anos de idade não me impossibilita. Pelo contrário, vou agora mesmo pegar o papel sulfite, os lápis de cor e a tinta guache. Ah sim, se alguém tiver giz de cera, por favor!

Hoje é dia de Rock bebê!

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