15 de abr de 2011

times like these

Pensei que precisava fazer a lista dos sonhos. Aqueles que a gente planeja para um dia realizar ou simplesmente aqueles que nunca vão acontecer, mas servem de boas risadas pro mundo. Na lista tambem deveriam contar todos aqueles acontecimentos malucos que marcaram a minha vidinha bonita. Reais ou imaginários, o fato é que eles existem e precisam ser registrados no papel.

Um bloquinho com folhas em branco, caneta e lá se foram meus planos, desejos, idéias e prazeres. Revirando e encontrando detalhes entre eles, notei que faltava algo importante. Comentei com alguém que no meu bloquinho dos sonhos não constava um grande amor. Não havia anotado por puro esquecimento. Estaria eu ficando louca ou o amor já não era mais o ponto principal da minha vida? Com olhos de bom moço, esse alguém me disse: “Não precisa escrever sobre ele e tão pouco se esconder da felicidade. O amor é tão amigo, generoso e sincero que quando se aproxima a gente nem nota”. Mas a questão não é essa. Parei pra pensar e descobri que o ‘tal’ amor nunca existiu. Eu achava que tivesse existido, mas não. Ele não apareceu ainda. Será isso um problema ou a razão para tal?


It's times like these
You learn to live again,
It's times like these
You give and give again
It's times like these
You learn to love again,
It's times like these
Time and time again

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