10 de ago. de 2009

Sentidos.

Quem disse que a vida seria fácil? Que nossas escolham seriam as certas? Que desejos resumem-se às vontades? Quem disse que tudo era um mar de rosas?

Essas e outras perguntas eu faço a cada dia. [E por quê?]
Os porquês vêem sempre junto de outros porquês e então, eu vou moldando meu livrinho diário de pensamentos inflamáveis. Costumo perceber muito, mas dizer pouco. Sempre achei que sentimentos precisavam ser ditos, mas estou aprendendo que as demonstrações falam mais alto que a própria fala.

Então, eu rabisco meus cadernos, queimo meus diários e percebo que tudo mudou.
Mudou a forma de pensar, de agir, e acredito que continue assim até o final da vida.

Estou aprendendo que escolhas não precisam de respostas. Mas merecem significados.
Esses significados ficam bem aqui, guardados no melhor lugar!

7 de ago. de 2009

O berço.

A modernidade nos ensina muitas coisas, mas também retarda outras. Conheci pessoas que por muitos motivos, foram criadas por avós ou babás. (Vale lembrar que a maioria tem acima de 20 anos). Como educação vem mesmo de berço, tanto avós quanto babás faziam o que era possível para educar uma criança. Mesmo que a babá não tivesse estudos, ela sabia classificar algo como certo ou errado. E se preciso fosse, não evitava em dar uma palmada no bumbum. As palmadas nunca serviram pra machucar, e sim uma forma de ‘alerta’ para não acontecer de novo. Se hoje, pensarmos nisso, a babá corre o risco de ser processada pelos pais da criança. Inúmeros são os crimes que poderiam constar no ‘currículo’ da babá, porque sem dúvida, ninguém pensaria pelo lado positivo; a vontade dela em querer ajudar.

Vejo, e com freqüência, a impossibilidade de muitos pais criarem seus filhos e optarem por babás para ‘fazer o serviço’. Elas, - que na maioria das vezes também realizam o trabalho doméstico – fazem de tudo para educar bem a, ou as crianças. Daí, que na maioria das vezes, essas crianças são pestes, desobedientes, hiperativas, - e não querem saber de nada. Como já nasceram ‘modernas’, elas entendem que a babá também é ‘empregada’ delas, e como ‘super modernos’ que são, sabem muito bem que se ‘algo’ acontecer, a babá será demitida.
Ou seja: as crianças estão sempre certas. Foda-se a babá!

Não quero aqui generalizar. É claro que existem péssimas babás, assim como existem ótimas crianças. Quero apenas lembrar que alguns dos nossos valores estão se perdendo com o passar dos anos. O que antes era tratado como forma de educação, hoje trata-se como crime.

Vou dar alguns exemplos; a Carol, minha vizinha, amiga e quase uma irmã, foi criada pela Cida (empregada da casa). A mãe da Carol sempre trabalhou fora, e a Cida era quem cuidava dos seis filhos. (Leia-se bem: SEIS filhos!) Entre eles, estava a Carol, a mais novinha e também arteira. Onde tinha confusão e bagunça, lá estava a Carol, e em alguns minutos estava também a Cida, buscando a dona moça.
A Cida usava varinha (é aquelas de árvore mesmo) pra ameaçar a Carol, que por sinal não dava muita bola. A Cida nunca usou a força para educar, apenas umas palmadas por cima da fralda (o que não fere ninguém). Era ela quem limpava a casa, fazia almoço, esquentava a mamadeira com leitinho. Era Cida que fazia a Carol dormir, e era a Cida que ficava com as crianças até tarde da noite. É claro que a educação mãe sempre foi fundamental, mas a Cida foi a base para a educação das crianças. Eu só sei de toda essa história porque minha amiga me conta com orgulho da infância que teve a Cida como personagem principal.

Então hoje, quando vejo a babá de outro vizinho passeando com duas crianças e um cachorro, e sem autonomia para lidar sequer com o vira-lata, eu fico triste. Triste em ver que ela obedece a regras impostas pelos patrões, onde o bem estar e a alegria das crianças vem em primeiro lugar, independente da boa educação.

Em um simples passeio pelas ruas, vejo duas crianças completamente mal educadas. Correndo pelas calçadas, atravessando a rua sem olhar para os lados, gritando, querendo isso, querendo aquilo, provocando os cachorros da vizinhança e por aí vai. Olhando da minha janela em pouco menos de cinco minutos, percebi que a pobre é realmente uma pobre coitada. Não tem direito a nada, muito menos a falar um ‘não!’ para os pequenos. E é desta forma que o Brasil anda.

Eu penso apenas de uma forma: Se não terá tempo para estar com a criança, não tenha filho. Não coloque no mundo alguém que estará sempre livre a tudo. Não coloque no mundo alguém que verá nas regras apenas mais uma forma de desobediência. Não construa mais um monstro pra esta pobre sociedade.

5 de ago. de 2009

coisinhas adoráveis

Toda mulher tem seu lado vaidosa. Não importa a idade e o estilo, o fato é que a maioria gosta (chuto uns 96%) de se vestir bem, ou pelo menos, gosta dessa coisa chamada Moda. Anos atrás eu realmente não ligava muito, mas de uns tempos pra cá, meu instinto consumista começou a falar mais alto. Além de adorar novidades, comecei a prestar mais atenção nas pessoas e na forma como cada uma se veste. Pra mim, a roupa é sim o melhor cartão de visitas.

Não sou especialista, mas acredito que antes do 'estilo', o que vale é a personalidade de cada um. Por exemplo, é inverno e eu vou trabalhar de calça jeans, casaco e all star. Algumas vezes coloco minhas botinhas, uma
legging e uma blusa/ ou bata. Sem esquecer dos meus lindos lenços ou cachecóis, que eu amo! O fato é que não me sinto mal arrumada, e também não sou estravagante. Para trabalhar, o básico é sempre a melhor opção. Afinal, ninguém está ali pra aparecer. Já quando saio para qualquer outro lugar, a inspiração bate e eu adoro me vestir melhor. Existe coisa mais gostosa do que um elogio?
Massageia nossa auto-estima e ajuda a dar um toque especial no modelito!
Um dia, quem sabe, eu faço um 'hoje vou assim baixa renda 2'


E um detalhe: nunca gostei de me aparecer com roupas estravagantes.
Ao contrário do que muitos pensam,
eu não gosto de decotes 'sens
uais' e nada que
marque demais o corpo. Uso sempre o meu
número e algo que
eu me sinta confortável.
Não sou magra, e bem por isso, procuro poupar as pessoas de ficarem olhando minha barriga. Por isso, as blusas curtas foram eliminadas do guarda roupa. Então explicando: Meu gosto é a minha opinião. Não ligo pro que os outros acham ou deixam de achar das minhas roupas. Eu gostando, tá valendo!
Portanto, não preciso estar classificada em 'estilo', tendo a minha personalidad
e formada.

Então contando novidades da moda: Estou apaixonada pela
Melissa Hello. No momento não tô PODEND$. mas se alguem quiser me dar de presente, tô aceitando. Outra coisa! Comprei uma galocha linda xadrez, que deve chegar amanhã! Também pintei meu cabelo, dei uma clareada nas pontas (californiana) e tô tipo meio loira! Também encomendei da Dona Lilica um novo colar. E claro, como tudo que é feito pela Aline, ficou perfeito! (Depois quero cachê!) Nossa! Hoje eu dei uma de futil! Mas é bom de vez em quando. Faz bem pra pele! haha



29 de jul. de 2009


'A vida tem a cor que a gente pinta'.

Será mesmo? E quando a gente pinta com as cores mais bonitas e vibrantes, e ainda assim, a vida não proguide. Então você pensa que o problema está em você. Depois acha que o problema está nos outros, e acaba querendo um psicólogo para uma série de terapias.

O problema não é este aqui. É um todo.
E quando fazemos planos?
Quando sonhamos em construir uma vida, uma carreira profissional... Nada de glórias e luxos, apenas de respeito, reconhecimento e valorização daquilo que você estudou, sabe fazer e se dedica a aprender cada dia mais.
Já li livros de auto ajuda e também aqueles que falam sobre o poder da liderança. É tudo tão bonito, mas só no papel.

São poucas as empresas que adotam o perfil da liderança, do compromisso, da ética e da responsabilidade. Felizmente trabalhamos num lugar chamado Brasil, onde as coisas boas do dia estão entre um cafézinho e outro com a tia zeladora e um elogio vindo da moça da recepção.
No mais, nada de super-ótimo vai acontecer. E aí eu volto a perguntar: A culpa é minha? É sua? É de quem?

Sobre os livros de auto ajuda, se fossem tão bons quanto dizem ser, o mundo não estaria do jeito que está.
E tenho dito.

25 de jul. de 2009

Sábado

O frio bateu e ficou. Foz acordou com com -2 graus e sensação términa de -7. Agora o solzinho bateu (11h12) e a temperatura está em 3 graus! Pensa num frio de bater queixo, usar cachecol enrolado nas orelhas e três meias (nos pés é claro) [oi?]
É bem isso queridos. Nunca senti tanto frio nessa terrinha. De acordo com relatos aqui do jornal, essa madrugada foi a mais fria dos últimos 30 anos. É muita coisa não?!

O mais engraçado de um dia frio são os comentários das pessoas nas ruas. Primeiro que todo mundo tem dor nas costas, de tanto andar encolhido. Daí as falações sobre dores abdominais e artrite. Além disso, entra em cena a rinite, bronquite e por aí se vão os 'ites' do inverno.

Depois vem os 'papos' de botequim, padaria e farmácia: 'Nossa, como tá frio hoje né', 'Sim, muito, que coisa não?'. O mesmo acontece no verão, mas parece que no inverno as pessoas ficam mais criativas. É um sarro!

No mais, teremos pela frente alguns dias de bateção de queixo. Faz parte da nossa vidinha. Mesmo assim, o sábado tá lindão e merece chá com pães de mel!
Ah sim, daqui uns dias eu falo dos pães de mel da Lucía, una argentina muy querida!

Beijosmeliguem peoples!:*

21 de jul. de 2009

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Ao escrever aquela história, algo de diferente havia acontecido. Os versos já não eram os mesmos, e por sinal, o enredo também não. Ela pensava que as páginas seriam sempre iguais, mas tudo mudou, com simples toques de poesia. Ela nunca foi poeta e tão pouco romancista, mas percebia que era hora de deixar as linhas com contornos especiais.
Uma nova idéia, um novo acontecimento e uma nova flor a cada dia. A flor que perfumava e dava sentido as inspirações. Então ela percebeu que nenhuma história poderia ser igual, ainda que no roteiro estivessem os mesmos personagens. Tudo era uma questão de tempo. Tempo para novas linhas ganharem sentido. Tempo para que sonhos tornassem realidade. E assim, ela mudou a história, virou a página e escreveu um novo final.
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20 de jul. de 2009


Amigos queridos, hoje é nosso dia. A todos que realmente sabem o valor da palavra amigo, e mais do que isso, conhecem os valores de uma amizade, sintam-se beijados!

Mamã está de niver hoje, e eu como boa e querida filha, já dei presentinho!
Ela sim, mais do que ninguém conhece os aspectos construtivos de uma grande amizade. Mamis linda da minha vida, que Deus te abençoe, te dê muita saúde, sabedoria, amor e paz! TE AMO!

15 de jul. de 2009



A vida é mesmo uma arte. Aprendi isso, e acredito que podemos transforma-la, assim como se transforma um tecido em roupa, um ator em espetáculo, a argila em escultura.
Minha arte talvez seja diferente da sua, mas esta é a grande vantagem. Ser diferente é o que importa, ainda que traçamos um roteiro semelhante com a maioria do mundo.

Nascemos, crescemos, trabalhamos, nos apaixonamos, casamos, temos filhos, ficamos doentes, e morremos. Ninguém escapa desta trajetória. Talvez não nessa ordem, mas em partes, todos somos semelhantes.
A diferença está em transformar e fazer daquela rotina um parque de diversões com cores e fantasias. Acreditar sempre em você, ainda que custe muito. Tentar, sempre tentar e não desistir com o primeiro não.

Obstáculos existem, e se não fossem eles, a vida não teria graça.
Minhas singelas opiniões também contribuem para mim, porque nada melhor do que uma auto-avaliação para se conhecer melhor. Depois disso, vale pensar positivo, ainda que o mundo esteja um desastre.
Então... trabalhe como se fosse entrar em férias amanhã. Estude com confiança. Se esforce em aprender e não desista. Tire algumas horas de descanso e não esqueça de aproveitar a vida. Acredite no amor e se apaixone, todos os dias se possível.
Quando abraçar alguém, abrace com vontade, quando elogiar, elogie com o coração, e lembre-se, que apesar de todas as frustrações, um novo dia vai chegar e você estará bem ali para recebê-lo.

Sorriam babys! A vida não é difícil, a gente que complica ela!

13 de jul. de 2009

Desculpe, mas estou de mal com o munho.

Paz e bem!:*

11 de jul. de 2009

Te sinto cada vez mais distante.
Como dois olhos que nunca se encontraram.
Como caminhos opostos.
Porque a distância nem sempre é o contato físico, o tocar.
Distância é aquela que está dentro de nós.
Essa que tomou conta.

Hoje não são apenas dos teus lábios que sinto falta.
Sinto falta de você. Inteiro de sentimentos e sensações.
Inteiro de conteúdo. Inteiro daquela magia de quando te conheci.
Sinto falta do bom dia, do cheiro, da preocupação, do sorriso.
Estes que se foram.

Um dia eu sei que voltam, quando já não se espera.
E neste dia, já não terei mais saudade, pois aprenderei a conviver com ela.
E neste momento, a distancia não mais tomará conta.
Porque assim como você, ela também se desfez.