31 de out de 2007

Cataratas JL Shopping


Foi inaugurado na manhã desta quarta-feira, 31, o novo e maior empreendimento de Foz do Iguaçu.

Por mais de uma década com as obras paradas, a construtora JL, de Cascavel resolveu investir na tríplice fronteira, e abriu as portas ao público iguaçuense hoje as 11 hs.

A cidade ganha um centro comercial moderno, completo e de qualidade, como destacou o
responsável pelo empreendimento, o engenheiro civil João Luiz Félix.


Geração de empregos
Com as obras do complexo de compras e lazer, cerca de 800 empregos diretos foram gerados e, de acordo com João Luiz, “depois da inauguração, serão mil empregos diretos e indiretos”. São 18 mil metros quadrados de área bruta locável dentro de uma área total de 49,5 mil metros quadrados.

O Cataratas JL Shopping atenderá uma população de aproximadamente 1,2 milhão de pessoas que moram em Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu, Medianeira, São Miguel do Iguaçu, Missal, Itaipulândia, Santa Helena, Paraguai e Argentina, além de turistas brasileiros e estrangeiros.

O estacionamento tem capacidade para 3,5 mil vagas rotativas e a previsão é de que cerca de 600 mil pessoas passem pelos corredores do shopping mensalmente.
(Com Assessoria)

29 de out de 2007

Exposição
Aliado ao FozHair Internacional 2007, evento que acontece entre os dias 11 e 12 de novembro no Rafain Expocenter, haverá uma feira de artesanato produzida pelo Programa “Arte Nossa” do Provopar-Ação Social do Paraná. Artesanatos típicos das mais diversas regiões do Estado estarão em exposição durante os dias da feira. Além de conferir as novas tendências em cosméticos e tratamentos de beleza, você conhece um pouco mais da cultura paranaense. Vale lembrar que a entrada é franca.

26 de out de 2007


Festa Kitshc
Os alunos de Comunicação Social da UDC promovem no próximo dia 14 de novembro a 2ª edição da Festa Kitshc, que será realizada na nova casa de eventos, Mansão Green. O objetivo da festa é promover manifestações e criações artísticas pertencentes à cultura kitshc e beneficiar o Lar de Apoio a Crianças e Adolescentes de Foz do Iguaçu (LACA). Toda renda do evento será destinada para a instituição que busca melhorar a qualidade de vida de crianças, adolescente e famílias portadoras ou não do vírus HIV. Será uma grande festa e você não pode perder!
Obs: Os ingressos serão vendidos a partir do dia 5 de novembro, apóso o grande desfile de divulgação no saguão e pátio da UDC!
Os alunos estão convidados a participar e prestigiar essa grande festa a partir das 19:00 hs!
Comunidade no Orkut:

25 de out de 2007

INFORMAÇÃO!

Os alunos especiais da APAE de Foz do Iguaçu produziram dezenas de Sacolas Sociais (pintadas à mão) que estão sendo vendidas até SÁBADO, 27, na sede da instituição. Compre já sua e garanta uma vida melhor para centenas de crianças. Ligue para 3523-1617 e faça uma boa ação.

24 de out de 2007

FESTA KITSCH : RESPONSABILIDADE SOCIAL



Os acadêmicos de Comunicação Social da UDC se organizam para a 2º edição da FESTA KITSCH, que será realizada no dia 14 de novembro na mais nova casa de eventos de Foz do Iguaçu, Mansão Green. A festa é o encerramento de uma série de manifestações e criações artísticas pertencentes à cultura kitsch que se darão ao longo do evento.

A 1º edição aconteceu no ano de 2002. Acadêmicos se mobilizaram por uma única causa: ajudar uma aluna com leucemia. Mais de três mil pessoas compareceram a festa e toda a renda foi destinada à família da estudante para auxiliar no tratamento médico. A intenção é repetir a dose, se expressar, se divertir muito, e estimular a responsabilidade social, uma vez que alunos e empresas participam e contribuem diretamente com uma ação humanitária.

Nesta segunda edição, o beneficiado será o Lar de Apoio as Crianças e Adolescentes de Foz do Iguaçu (LACA). Uma entidade filantrópica que busca melhorar a qualidade de vida de crianças, adolescente e famílias portadoras ou não do vírus HIV.

A instituição atende cerca de 300 pessoas por mês que recebem tratamento, acompanhamento médico e todos os cuidados necessários. Segundo a presidente da entidade, Solange Terezinha de Souza, algumas crianças ficam na casa-lar temporariamente e outras permanentemente.

O trabalho do LACA não se reserva unicamente a sua sede. Com a ajuda de assistentes sociais, é feito um trabalho de instrução, ajuda e acompanhamento às famílias dos portadores do vírus HIV. No caso de ser a criança portadora do vírus, elas auxiliam os pais nos cuidados com alimentação e com os remédios. Quando são os pais os portadores, as assistentes sociais vão, a cada 15 dias, até a casa da família para acompanhar e verificar se as crianças estão sendo encaminhadas para escolas e creches.

A casa-lar está passando por reformas, e segundo a presidente da instituição, há pouco tempo à vigilância sanitária visitou o local, e solicitou a modificação no lactário – lugar onde prepara a alimentação das crianças – e na lavanderia, mas o custo de toda essa modificação é cara. “O dinheiro que será arrecadado com a festa virá em uma boa hora, pretendemos usa-lo para terminar as obras, ainda falta fazer o reboco, arrumar o piso e atender as exigências da vigilância sanitária, além de pagar as contas fixas” afirma a presidente.

Cinema


Os apaixonados por cinema têm a chance de realizar o curso de produção cinematográfica organizado por Rônaldy Lemos, em Foz do Iguaçu. Cineasta e realizador áudio visual independente, com larga experiência em mídias variadas, Lemos ministrará o curso durante 8 meses.
Os alunos aprenderão conceitos de interpretação para teatro, cinema e televisão, pré, pós e produção de vídeos, história do cinema, da televisão e da arte, técnicas de edição, coordenação verbal e expressão corporal, linguagem de videoclipes e uma infinidade de técnicas, que vão da história às novas tecnologias em Design.
O projeto visa expor de fato a realidade da cultura audiovisual brasileira através de um inovador curso popular, onde centenas de pessoas farão sua arte se materializar para outras tantas centenas de expectadores.
Os alunos produzirão até o final do curso, um número de 7 a 12 produções audiovisuais em vídeo, tendo como conclusão de curso, o esperado lançamento dos mesmos, bem como a entrega dos certificados.
Para mais informações ligue: 3025-3300.

22 de out de 2007

Aumenta o Som!!!




A Chimarruts foi formada no segundo semestre de 2000 e desde então vêm consolidando sua carreira com hits radiofônicos e shows pelo país


Convicta na criação de músicas próprias, a banda iniciou seu trabalho de forma independente e, pela grande aceitação do público emplacou sucessos como Chapéu de Palha e Iemanjá nas FMs do estado, dando início a uma trajetória de rápida ascensão. Em abril de 2002 lançam o CD homônimo com 14 faixas, todas compostas pela banda. Gravado na Téc Áudio (POA) com produção musical de Rodrigo Rheinheimer (Hard Working) e participações de Paulo Dionísio (Produto Nacional) e Daniel Sá (violonista de Renato Borghetti). Após uma grande vendagem independente, já em junho de 2002, assinaram contrato de distribuição do CD com a gravadora Orbeat Music.

Em fevereiro de 2003 a banda participou do maior evento musical do sul do país, o Planeta Atlântida, dividindo o palco com Paralamas do Sucesso, Gilberto Gil, Papas da Língua, Zeca Pagodinho, CPM 22, Lulu Santos, Capital Inicial e Charlie Brown Jr, para um público estimado em 50 mil pessoas. Em novembro do mesmo ano chegou às lojas o segundo álbum da banda, “Todos Somos Um".
O disco traz canções que falam de natureza, amor, paz e felicidade, características bem marcantes do reggae da Chimarruts. O primeiro single de trabalho deste álbum foi Deixa Chover, que tornou-se hit nas rádios de toda região sul. Destacaram-se ainda as músicas Pitanga, Terapia Solar , Semear o amor e o grande sucesso Saber Voar.

O ano de 2004 começou com uma grande e primeira turnê que a banda fez pelo estado do Paraná, culminando com o showzaço do Planeta Atlântida de Santa Catarina em janeiro para mais de 30 mil pessoas, seguido do Planeta Atlântida RS em fevereiro, onde fizeram um histórico show de encerramento com o dia clareando e aeroplanos dando rasantes sobre as milhares de pessoas que esperaram a apresentação do grupo.

No início de 2005 a banda entrou em estúdio para gravar seu novo CD, lançado em dezembro do mesmo ano. “Livre para Viajar”, título que recebeu o novo trabalho, com 14 faixas inéditas, como Nova Ordem, Versos Simples e Eu Tenho Fé. Produzido por Marcelo Fruet, demonstra a excelente maturidade musical alcançada pela banda.

Durante a Copa do Mundo da Alemanha foi lançada uma coletânea portuguesa que reuniu músicas de bandas de reggae do Brasil, Angola e Portugal. A faixa “O Sol” da Chimarruts está inclusa no CD produzido pela Rádio Fazuma de Portugal em parceria com a Strike Concert. A coletânea é distribuída no Brasil pela Sony & BMG.

Em outubro de 2006, a banda fez as malas e partiu para São Paulo, onde passou uma longa temporada. Durante a permanência da banda em solo paulista, a Chimarruts realizou quase 30 shows em diferentes cidades de São Paulo. Realizou também divulgações nos principais veículos de comunicação e rádios do estado. Em pouco mais de dois anos, a banda já somou mais de 100 eventos somente em São Paulo.

Com participações em programas televisivos culturais e de entretenimento, como MTV Rock Gol, Pulso MTV, Câmbio MTV – entre tantos outros – assim como pautas e veiculação dos clipes Iemanjá e Saber Voar em programas como TVZ e Mandou Bem (Multishow), a banda ganhou mais força e expressão no cenário musical nacional.

De volta ao Sul do país, a banda gravou um DVD - o primeiro da carreira do grupo – na casa de espetáculos Curitiba Master Hall, no dia 30 de junho em Curitiba. O single deste novo álbum, Saber Voar, já assumiu as primeiras posições entre as músicas mais executadas nas rádios de todo país, segundo dados da Crowley. O trabalho, em CD e DVD, está sendo lançado nacionalmente pela gravadora EMI Music.

A Chimarruts é formada por Rafa Machado (voz), Nê (vocais, flauta quena e harmônica), Tati Portela (vocais), Diego Dutra (bateria), Vinícius Marques (percussão), Emerson Alemão (baixo), Sander Fróis (guitarra), Rodrigo Maciel (guitarra) e conta com as participações especiais de Tuzinho (trompete), Boquinha (trombone) e Luquinha (teclados).

(Assessoria)

19 de out de 2007

Ecomuseu de Itaipu completa 20 anos



Para comemorar a data, o museu lançou na noite de terça-feira duas exposições que permanecem até março de 2008


O lançamento das exposições biográficas do argentino Osvaldo Marcon e do intelectual espanhol Vivencia Juan de Lastanosa marcou a noite da última terça-feira, durante a comemoração do aniversário do Ecomuseu. Participaram da cerimônia à diretoria e funcionários da Itaipu, representantes da Holoteca do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC), e estudantes da região.
O público que visitar as exposições, encontrará obras e desenhos do argentino premiado em seu país e no exterior, Osvaldo Marcon. O artista, que também é arquiteto, abandona os objetos da realidade e traduz em seu trabalho um diálogo com livros de história da arte, imagens do Renascimento e Barroco italianos. O critério para a seleção de imagens se deu a partir da concentração de informação visual que elas carregam, em formatos curvos, orgânicos e irregulares. O público pode ainda participar das oficinas de desenho e dança (totalmente gratuitas) ministrada pelo artista. O objetivo é agregar interatividade e preservar os bens culturais.
A outra exposição, em parceria do Ecomuseu com a equipe da Holoteca do Centro de Estudos da Conscienciologia (CEAEC), retrata a vida do agitador intelectual, escritor, político, mecenas e arqueólogo-colecionador do século XVII, Vincencio Juan de Lastanosa.
Um dos pioneiros dos “Gabinetes de Curiosidades”, Lastanosa reunia objetos, pinturas, esculturas, mapas, moedas, jóias, fósseis, corais, conchas, insetos e antiguidades procedentes da Ásia, África, América e Europa, além de registrar manuscritos dos livros que colecionou durante cerca de 20 anos. O espanhol, a frente de seu tempo, fez de seu palácio um local de encontro permanente de pensadores, artistas, escritores e cientistas interessados em discutir e debater temas da época. Neste ano de 2007, comemora-se na Espanha o quadricentenário do nascimento de Lastanosa, em evento intitulado “Pojeto Lastanosa: A Paixão do Saber”, promovido pelo Instituto de Estudos Altoaragoneses-IEA.
Durante a exposição, que permanece até o dia 2 de março de 2008, profissionais convidados do Ceaec estarão ministrando oficinas educativas para a população. Os interessados em participar das atividades, devem entrar em contato com Elder ou Antônia pelo telefone (45)3520-6739/ 3520-6664 ou pelo e-mail ecomuseu@itaipu.gov.br.

História
O Ecomuseu de Itaipu recebeu desde sua inauguração, em outubro de 1987, cerca de 900 mil turistas. Diariamente, cerca de 400 pessoas visitam o local que conta a história da ocupação Oeste do Paraná, que se iniciou com os indígenas, portugueses e espanhóis.
O museu relata de forma interativa, a história da construção de Itaipu, com fotos, instrumentos de trabalho do cotidiano, depoimentos em vídeo e objetos de celebrações da Usina. Um dos destaques é a réplica perfeita do eixo de uma unidade geradora da usina, quase em escala natural, que proporciona ao visitante ouvir o barulho do eixo em movimento.
A visita ao Ecomuseu é gratuita. Os horários de atendimento são de terça-feira a sábado, das 8h30 às 11h30 e das 14h as 17h30. Aos domingos, das 14h as 17h30.

18 de out de 2007

Exposições no Ecomuseu



O museu comemorou na ultima terça-feira, 20 anos de criação e para comemorar a data, foram lançadas duas exposições biográficas. Uma delas retrata a vida de Vincencio Juan de Lastanosa, importante colecionador do século XVII e pioneiro dos gabinetes de curiosidades, que reuniam raridades como pinturas, moedas, esculturas, jóias, mapas etc. A outra exposição traz os trabalhos do artista plástico argentino Osvaldo Marcón, premiado em seu país e no exterior, que irá ainda, ministrar uma oficina de desenho e dança. A participação é gratuita e as vagas são limitadas.

Informações: 3520-6739.

16 de out de 2007

A tal da viagem!


Estive em Porto Alegre neste feriado de N. S. Aparecida. Poa era uma cidade que eu tinha a maior vontade de conhecer e os meus curtos três dias já foram bons para eu ver, aprender e contar pra todo mundo um pouquinho da terra amada dos gaúchos.

Saímos de Foz na quinta-feira a tarde e chegamos em Porto Alegre na sexta-feira, perto das 9 hs. Estava louca para tomar um café com leite e então assim que chegamos, fomos direto a uma LANCHERIA (lanchonete aqui). Eu expliquei pro Maurício que queria um café e um queijo quente (aqui em Foz também conhecido como misto quente). Acredito que ele não tenha compreendido, e veio um pão frances com queijo e presunto. Pois bem. Minutos depois ele disse que havia pedido uma "TORRADA", e eu estranhei. Pensei comigo; "Porque cargas d'água esse louco vai comer uma torrada seca de café da manhã". Mas, fiquei quieta.

Chegada a "torrada" do Maurício, observei que era o Misto quente que eu queria. (hehe). Então nem preciso dizer o sarro que eles (os gaúchos) tiraram de mim.

Como, eu, uma iguaçuense, iria entender que um simples queijo quente seria TORRADA lá no Rio Grande amado?! (fala sério)


No primeiro dia passeamos bastante. Ficamos na Rua Farrapos, Hotel Elevado, próximo a Rodoviária.

Andamos por boa parte do centro (creio eu). Passamos pela Catedral,Teatro São Pedro, Mercado Público, umas feirinhas, Prefeitura, Palácio Farroupilha, e o mais emocionante pra mim; a Casa de Cultura Mário Quintana. Fiquei encantada com o lugar, com a história dele, o antigo hotel Majestic, (http://www.cultura.rs.gov.br/principal.php?inc=ccmq), a arquitetura, o ambiente, e claro, tudo o que se referia ao grande poeta brasileiro.


No segundo dia, fomos a exposição de 50 anos da RBS. "NO AR" era o nome da exposição, que fica até o final de novembro na Usina do Gasômetro. Descrever aqui sobre sobre o que é e o que foi pra mim visitar o lugar é impossível. Fico boba pensando como alguém teve criatividade suficiente para por em prática, com todos os detalhes, uma exposição daquelas. Só posso resumir em uma palavra: IMPRESSIONANTE.

Neste dia também fui ao jogo do Grêmio no Estádio Olímpico. Todo mundo sabe que eu não tenho time e faço questão de não ter, pois o futebol não me agrada muito. Mas, em todo caso (e com ingresso ganho), fui ao tal do jogo (Grêmio e Goiás). Chegando lá eu já disse: MAS CADÊ A TORCIDA DO GOIÁS? (hahaha). De certo que algum porto alegrense iria se atrever a entrar no Olímpico quase lotado de gremistas com a camisa do Goiás. Claro que não! No fim, eram gremistas e mais gremistas. (Que sarro)

Entre uma cerveja e outra, eu adorei aquilo. Super animado, divertido e empolgante. Recomendo pra quem nunca foi. Mas só um detalhe, não vá em jogo (Grêmio e Inter), aí dá medo!
final do placar: Grêmio 2 x 1 Goiás.


Terceiro e último dia: (Domingo). Fui ao Parque da Redenção de manhã com pessoas que eu não conhecia, mas que adorei! Fiquei toda faceira com a feirinha de antiguidades. Uma infinidade de livros, lustres, máquinas de escrever, taças de cristal, brincos, bijouterias, pinguis de geladeira (que estavam caros, por isso não comprei pra Festa Kitchi)... Enfim, um lugar maravilhoso. Ideal pra levar a família, os amigos, o namorado para um bom passeio.

Ah! um detalhe: a cidade é cheia de cachorros, no Parque então nem se fala. Mas o povo é educado, e limpa a caca dos animaizinhos. (Ainda bem).

Logo em seguida almoçamos e lá pelas 4 seguimos viagem...


Foi tudo muito bom, apesar do pouco tempo. A viagem foi TRI cansativa, como diriam os gaúchos.. mas no fim, valeu a pena!

Deixo a dica para um bom passeio. Faltou ir a muitos lugares, mas o pouco que pude aproveitar já foi o máximo. Quero deixar um beijo especial ao Tagui, amigo da Izzy que nos recebeu maravilhosamente bem e foi um parceiro formidável de bebedeiras! (cof cof). Muitíssimo obrigada querido!
A Bianca também foi parceira em ir ao jogo comigo! Adorei te ver guria linda!
Por hoje é só pessoal!

10 de out de 2007

Che 40 anos depois: o fim de um mito?



Dono de uma das imagens mais reproduzidas no mundo, a história do revolucionário Che Guevara é recontada por reportagens

Imagine conhecer a história de um herói, ouvi-la durante anos, ver seu rosto estampado em camisetas, pôsteres, filmes e livros. E após 40 anos de sua morte, tudo ser posto à prova novamente.
Não trata-se da história imaginária, e sim de como ela passou a ser interpretada durante muito tempo. Com ajuda da mídia, da propaganda, seria possível mesmo construir um mito? Em recentes reportagens divulgadas em revistas e grandes veículos de comunicação, que trazem a imagem do revolucionário Che Guevara na capa, revelações sobre o temperamento fatalista do guerrilheiro, deixam um buraco na história, que segundo a reportagem, teria sido romantizada.
Verdade ou não, basta conversar com jovens do mundo inteiro para saber que Che, além de ter conquistado o gosto, também sempre foi considerado como um símbolo de resistência e liberdade. Imortalizado pelas lentes de Alberto Korda, o jeito de galã teria contribuído até mesmo na hora da morte, em 9 de outubro de 1967. “Ele parece Cristo”, teriam exclamado as primeiras pessoas que o viram após a saída de uma lavanderia de um hospital.
Mas, o autor da frase “Ay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás”, também teria sido conhecido por um gênio totalitário e adepto da crença pela violência política. Tinha fraqueza sim como todo homem feito de carne e osso, mas mantinha, segundo alguns entrevistados, uma fome pela violência. Em certa oportunidade teria recebido uma mãe desesperada atrás do filho de 15 anos, preso por pichar muros com inscrições contra Fidel. Informado de que o adolescente seria fuzilado em dias, ordenou que a execução fosse adiantada para a aquele momento. “Para que a senhora não passe angústia por uma espera longa”, teria justificado.
Antes disso, teria transformado a fortaleza de La Cabaña num campo de extermínio, segundo a reportagem. “Nos seis meses de seu comando, duas dezenas de desafetos foram fuzilados (...) a maioria era apenas gente incômoda”, apontam ao confirmar a minoria formada por agentes.
Em outro trecho apontam o perfil do guerrilheiro como “incapaz de compreender a vida em sociedade aberta e sempre disposto a eliminar a tiros os adversários”. Apontado na história como um talentoso comandante militar, companheiros de guerra afirmam à reportagem que a história na vida real era cercada por imprudências, irascível e rápido em ordenar execuções, “e mais rápido ainda em liderar seus camaradas para a morte, em guerras sem futuro no Congo e na Bolívia”. Além disso, diante de suas diversas investidas, aponta a revolução cubana como seu único sucesso.
Para o mestre em história social, Luiz Eduardo Pena Catta, a discussão e interpretações de matérias como as publicadas na grande imprensa nacional, merecem atenção do leitor. Segunso ele, devido a comemorações alusivas ao aniversário de Che e a visibilidade dada à imprensa à Cuba, esse pareceu o momento histórico de desmistificar o herói. “O complicado mesmo é ver que as fontes são todas da CIA, da direita, sem contar com os jornais e revistas que apostaram nisso. Até mesmo com a biografia de Joli Anderson, recortaram o que interessa. Diz lá no Estadão, que ele era um cara soberbo e severo com os demais, mas o cara era líder revolucionário, era complicado ser bonzinho”.
Para ele, a tentativa da imprensa ocidental em mostrar um lado B, ou desmistificar o mito criado em torno de Che, deve ser vista com olhos atentos pelos brasileiros. “Aqui isso é mais direcionado, querem mostrar para as próximas gerações que a história não foi tão romântica assim, mas qualquer um que lê a história da revolução Cubana sabe disso, sabe como foi”.
Segundo Catta, Che foi um revolucionário que viveu pelos seus ideais, abandonou sua terra e família para se embrenhar na mata boliviana e viver seus sonhos . “Tinha ideais muito arraigados e era convicto no que queria”. O professor ainda revela que justamente durante esse período, havia uma intensa polarização entre o bem o mau, de um lado o capitalismo e do outra a revolução, “e Che passou por cima disso”.
Catta ainda faz um alerta a impressões precipitadas sobre a história. Tem que pensar de duas maneiras; ele era revolucionário e não era ‘bonzinho’, queria colocar em prática e construir uma nova ordem política, outra é que para a visão capitalista ele foi mau, pois lutou contra os Estados Unidos. E hoje o que temos é que a mídia representa os ideais do capitalismo. Acho que não dá para ler nada nesse sentido e achar simplesmente que isso é gratuito”.
Para o jornalista Aluízio Palmar, que integrou as forças do MR8 na década de 60, a discussão deve ir adiante, “ele era um humanista”. Um exemplo desse comportamento vinha com a liberação de prisioneiros durante empreitadas na Bolívia e no Congo.”Para revolucionários, prisioneiro representava mais comida e atraso no percurso. Ele doutrinava, falava sobre a revolução e liberava para que a notícia pudesse se espalhar”.
Palmar lembra da passagem do revolucionário pela cidade. “Foi em 65 ou 66, quando o movimento nacionalista revolucionário tinha base em Foz, e Josá Canzi (falecido) era o cabeça chefe da mesa de rendas, ele que deu apoio ao Che quando passou aqui em direção a Bolívia”.
Não somente as relações como a influência do revolucionário, ainda parecem recentes na memória do jornalista. Quando recebeu a notícia da morte de Che, estava pronto para seguir até o Paraná, “no início não acreditei”. Com a confirmação, o grupo buscou inspiração ao símbolo do sonho, nascia o MR8, “escolhemos 8 pela data de captura”.
Quanto às reportagens, Palmar não desvia, “isso não afeta em nada”.


A matéria é da minha amiga, escritora, poeta, artista plástica e mãe da Izadora e do Enzo; DANIELA VALIENTE.

4 de out de 2007

Frase do Dia




"As piores loucuras são as mais sensatas alegrias.

O que eu fiz hoje, deixei de herança para aqueles que sonham em ser como eu.

Louco, mas feliz!"


Bob Marley

1 de out de 2007

Paciência


Arnaldo Jabor


Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados... Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia. Por muito pouco a madame que parece uma "lady" solta palavrões e berros que lembram as antigas "trabalhadoras do cais"... E o bem comportado executivo? O "cavalheiro" se transforma numa "besta selvagem" no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar...


Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma "mala sem alça". Aquela velha amiga uma "alça sem mala", o emprego uma tortura, a escola uma chatice. O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.

Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado... Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.

Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.


A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta. Pergunte para alguém, que você saiba que é "ansioso demais" onde ele quer chegar? Qual é a finalidade de sua vida?

Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta. E você? Onde você quer chegar? Está correndo tanto para quê? Por quem? Seu coração vai agüentar? Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar?

A empresa que você trabalha vai acabar? As pessoas que você ama vão parar? Será que você conseguiu ler até aqui? Respire... Acalme-se... O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência... NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL... SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA...


Então, respire e viva mais, viva bem!